Material estéril
Material estéril e descartável, e substâncias biocompatíveis e reabsorvíveis, de uso profissional.
Responsável técnico
Avaliação e aplicação pelo Dr. Sidney Ruggero, biomédico esteta, CRBM 67022, responsável técnico da clínica.
Protocolo individual
A substância, a quantidade e o número de sessões são definidos para o seu caso, depois da avaliação.
Acompanhamento
Orientação de cuidados em casa e retornos para avaliar a evolução ao longo dos meses.
Tradição desde 2011
na Vila Clementino
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atendimentos realizados
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no Google, nota 4,8
Atua na sustentação, que é o que se perde quando a produção de colágeno cai.
Pode melhorar a definição do contorno, de forma gradual e discreta.
O objetivo é estimular a produção do seu próprio colágeno, e não repor volume.
Pele mais espessa e com mais viço é um efeito relatado ao longo do tratamento.
A diferença entre bioestimulador e preenchimento está no mecanismo, e entender isso evita frustração.
O preenchedor trabalha por volume: ele ocupa um espaço e o efeito aparece na saída da sessão. O bioestimulador trabalha por estímulo: o produto é aplicado, o organismo reage a ele e a resposta de colágeno acontece ao longo dos meses. É comum haver um pequeno volume logo após a aplicação, que é do próprio diluente e se dissipa em poucos dias. O que vem depois é construção, não preenchimento.
Nem todo mundo responde da mesma forma e na mesma velocidade. Idade, qualidade da pele, hábitos, tabagismo, sono e exposição solar influenciam a resposta. É por isso que a avaliação vem antes de qualquer indicação, e é por isso que a Bonapele não trabalha com promessa de resultado.

Não existe um único bioestimulador. Existem substâncias diferentes, com comportamentos diferentes, e a escolha faz parte da avaliação.
Polímero biocompatível e reabsorvível, aplicado em sessões espaçadas, que estimula a produção de colágeno de forma progressiva. O resultado se constrói ao longo dos meses e costuma ser indicado para quem busca melhora de firmeza e de qualidade da pele numa área ampla, e não correção pontual.
Substância também biocompatível e reabsorvível, com um comportamento um pouco diferente: além do estímulo de colágeno, costuma trazer um efeito de sustentação mais perceptível desde o início. Em alguns casos é a escolha mais adequada, e em outros não é. Isso depende do que foi encontrado na avaliação.
A escolha não começa pelo produto, começa pela sua queixa. Na avaliação, o Dr. Sidney Ruggero analisa a qualidade da sua pele, o grau de flacidez, a região que incomoda, o seu histórico de procedimentos e o que você espera do tratamento. Só depois disso são definidos qual substância, quantas sessões e em que intervalo.
Se a conclusão for que o bioestimulador de colágeno não é o melhor caminho para o seu caso, isso é dito na avaliação. Indicar um tratamento que não resolve a queixa não serve a ninguém.
O bioestimulador costuma entrar em cena quando a queixa não é uma ruga isolada, e sim uma impressão geral de que a pele perdeu sustentação. Normalmente a pessoa que procura o tratamento se reconhece em pelo menos um destes pontos:
A flacidez não é só do rosto, e o bioestimulador também pode ser indicado para áreas do corpo. As mais procuradas são a parte interna dos braços, o abdômen, a região interna das coxas e os glúteos.
O princípio é o mesmo do rosto: a substância é aplicada e o organismo responde produzindo colágeno na região ao longo dos meses. A diferença está na área, que é maior, e por isso a quantidade de produto e o número de sessões costumam ser diferentes dos de uma aplicação facial.
Áreas de corpo pedem avaliação própria. Pele muito fina, flacidez acentuada ou perda de peso recente mudam o que é possível esperar do tratamento, e isso é conversado antes de qualquer indicação.
Analisamos a qualidade da pele, o grau de flacidez, o seu histórico de saúde e de procedimentos, e o que mais incomoda você.
Registramos fotos para comparar a evolução depois e definimos a substância, a quantidade e o número de sessões.
A pele é higienizada e a área recebe anestésico tópico, para deixar a sessão mais confortável.
O produto é aplicado com agulha ou microcânula, conforme a área e o que foi planejado, com pausas sempre que você precisar.
Avaliamos a área, explicamos o que é esperado nos primeiros dias e entregamos as orientações de cuidado.
Você sai com as orientações por escrito e com canal aberto para dúvidas. Nos retornos, a evolução é avaliada e o plano é ajustado se for o caso.
A área recebe anestésico tópico antes da aplicação, o que deixa a sessão mais confortável. Ainda assim pode haver desconforto durante o procedimento, e a sensação varia de pessoa para pessoa.
A aplicação com microcânula, quando indicada, costuma envolver menos pontos de entrada do que a agulha. Em qualquer caso, a sessão tem pausas: se algo incomodar, é só dizer, e o ritmo é ajustado.
Depois da sessão é comum sentir a região sensível ao toque por alguns dias. Dor que aumenta com o passar dos dias, em vez de diminuir, não é esperada, e nesse caso o combinado é entrar em contato com a clínica.
Nas primeiras 24 a 48 horas é comum haver pequenos pontos de vermelhidão nos locais de entrada, algum inchaço e sensibilidade ao toque. Pode aparecer hematoma, que costuma ceder ao longo de alguns dias.
Também é comum notar um leve volume na região logo depois da sessão. Ele vem do diluente usado na aplicação, não do estímulo de colágeno, e se dissipa em poucos dias. Quem não sabe disso às vezes acha que o resultado apareceu e depois sumiu, quando na verdade o resultado ainda não começou.
Em alguns protocolos há orientação de massagem na região nos dias seguintes à aplicação. Quando é o caso, a orientação é passada por escrito, com a forma e a frequência, e seguir essa parte faz diferença no resultado.
Fora isso, a rotina segue normal. Não é um procedimento que obriga a parar a vida ou a ficar em casa.
Não existe número fixo. A quantidade de sessões e o intervalo entre elas dependem do grau de flacidez, da área tratada, da substância indicada e da sua resposta ao estímulo. O protocolo é definido na avaliação presencial e pode ser ajustado ao longo do tratamento.
Sobre o tempo: o resultado é gradual por definição, porque depende da produção de colágeno pelo próprio organismo. As mudanças costumam começar a ser percebidas depois de algumas semanas, com evolução ao longo dos meses seguintes. Essa é a natureza do tratamento, não uma demora.
A duração também varia. O colágeno produzido não é permanente, e sessões de manutenção costumam entrar no plano depois de um período, definido caso a caso no acompanhamento.
Quem precisa de uma mudança visível para uma data próxima normalmente se beneficia mais de outro tratamento, e isso é dito na avaliação em vez de depois.
O bioestimulador é seguro quando bem indicado e bem conduzido, mas não serve para todo mundo. O tratamento é contraindicado ou precisa de avaliação cuidadosa nos casos de gestação e amamentação, infecção ativa ou lesão na área a ser tratada, doenças autoimunes em atividade, histórico de reação a algum componente da fórmula e uso de medicamentos que interfiram na cicatrização.
Há também o caso de quem busca correção de uma área muito específica, ou mudança imediata. Nesses casos o bioestimulador não é a melhor resposta para a queixa, e outro caminho costuma responder melhor.
É para isso que existe a avaliação presencial com histórico de saúde completo. Nenhuma aplicação é feita sem essa etapa.
Bioestimulador exige leitura correta da queixa, escolha da substância, definição da quantidade e domínio da técnica de aplicação em cada região. É um procedimento injetável, e isso significa que a avaliação prévia e a conduta durante a sessão importam tanto quanto o produto.
Na Bonapele, a avaliação e a aplicação são feitas pelo Dr. Sidney Ruggero, biomédico esteta, CRBM 67022, responsável técnico da clínica. Quem avalia é quem aplica e quem acompanha os retornos, sem troca de profissional no meio do tratamento.
Na prática isso quer dizer que a pessoa que viu a sua pele na primeira consulta é a mesma que vai avaliar a sua evolução três meses depois, com as fotos do início na mão. É o que permite ajustar o plano com critério, em vez de repetir protocolo.

As três coisas são injetáveis e é comum confundi-las, mas cada uma resolve um problema diferente. Entender a diferença ajuda você a chegar na avaliação sabendo o que perguntar.
Trata flacidez e qualidade de pele. Age por estímulo, com resultado gradual ao longo dos meses. É o tratamento de quem sente que a pele perdeu firmeza e sustentação de forma geral.
Trata volume e contorno de uma área específica. Age por preenchimento, com resultado visível logo após a sessão. Saiba mais sobre o preenchimento labial na Vila Clementino.
Trata as linhas de expressão, relaxando a musculatura responsável por elas. Não trata flacidez de pele nem repõe volume. Conheça a página de toxina botulínica na Vila Clementino.
Trabalha a superfície da pele: textura, poros, marcas e manchas. Costuma entrar como complemento do bioestimulador, porque cuidam de camadas diferentes do mesmo problema. Veja o microagulhamento facial na Vila Clementino.
Na prática, esses tratamentos raramente competem entre si: eles se combinam. O plano que reúne mais de um deles é o que chamamos de harmonização facial, sempre montado depois da avaliação e de acordo com a sua queixa, nunca como pacote pronto.

A área recebe anestésico tópico antes da aplicação, o que deixa a sessão mais confortável. Ainda assim pode haver desconforto durante o procedimento, e a sensação varia de pessoa para pessoa. Qualquer incômodo é conversado durante a sessão, e o ritmo é ajustado conforme a sua resposta.
O resultado é gradual, porque depende da produção de colágeno pelo próprio organismo. As mudanças costumam começar a ser percebidas depois de algumas semanas, com evolução ao longo dos meses seguintes. Quem procura mudança imediata normalmente se beneficia mais de outro tratamento, e isso é dito na avaliação.
Não existe número fixo. A quantidade de sessões e o intervalo entre elas dependem do grau de flacidez, da área tratada, da substância indicada e da sua resposta ao estímulo. O protocolo é definido na avaliação presencial e pode ser ajustado ao longo do tratamento.
O objetivo do planejamento é justamente o contrário: trabalhar a sustentação da pele de forma progressiva, respeitando os traços de cada pessoa. Como o resultado se constrói ao longo dos meses, a mudança tende a ser percebida como uma melhora da pele, e não como uma alteração do rosto. A avaliação e o acompanhamento entre as sessões existem para manter o plano nesse caminho.
O preenchimento repõe volume em uma área específica, com efeito visível logo após a sessão. O bioestimulador não repõe volume: ele estimula o organismo a produzir colágeno, com resultado que aparece aos poucos. São tratamentos com propósitos diferentes, e em muitos casos eles se complementam dentro do mesmo plano.
O colágeno produzido não é permanente, e a duração varia conforme a substância utilizada, a área tratada e fatores individuais como idade, hábitos e exposição solar. Sessões de manutenção costumam entrar no plano depois de um período, definido caso a caso no acompanhamento.
Sim. Além do rosto, o tratamento pode ser indicado para áreas do corpo com flacidez, como a parte interna dos braços, o abdômen, a região interna das coxas e os glúteos. A indicação, a substância e o número de sessões são definidos na avaliação, conforme a área e o grau de flacidez.
Em muitos casos sim, em momentos diferentes do planejamento. Cada um cuida de uma camada do rosto: o bioestimulador trabalha a sustentação, o preenchimento o volume e o contorno, e a toxina as linhas de expressão. A ordem e o intervalo entre eles são definidos na avaliação, nunca todos de uma vez por padrão.
Na avaliação são revistos o seu histórico de saúde, as medicações em uso e os procedimentos recentes na região. Dependendo do caso, pode haver orientação para evitar anti-inflamatórios e bebida alcoólica nos dias anteriores, porque aumentam a chance de hematoma. Essas orientações são passadas por escrito antes da sessão.
Gestantes e lactantes, pessoas com infecção ativa ou lesão na área a ser tratada, com doença autoimune em atividade ou com histórico de reação a algum componente da fórmula. Medicações que interferem na cicatrização também pedem avaliação cuidadosa. É para isso que existe a consulta presencial com histórico de saúde completo.
O valor depende da substância indicada, da área tratada e do número de sessões do seu protocolo. Por isso o investimento é apresentado depois da avaliação, já com o plano montado para o seu caso. Fale com a nossa equipe pelo WhatsApp para agendar.
A avaliação e a aplicação são realizadas pelo Dr. Sidney Ruggero, biomédico esteta, CRBM 67022, responsável técnico da clínica, na unidade da Vila Clementino. Quem avalia é quem aplica e quem acompanha os retornos.
Atendemos toda a região: Vila Clementino, Vila Mariana, Saúde, Chácara Klabin, Moema, Ibirapuera, Paraíso e Ana Rosa. A poucos minutos das estações Santa Cruz e Hospital São Paulo, com estacionamento na garagem do prédio, pago diretamente ao estacionamento.